quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

CONCERTO INÉDITO JUNTOU BANDA DE SANTANA, LUÍS PINTO E MARGARIDA PRATES

Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) | 30 de Janeiro | 21h30
Centro de Artes e Espectáculos (CAE) da Figueira da Foz | 1 de Fevereiro | 16h00


Coimbra e Figueira da Foz foram palco de mais um concerto inédito "Novas Sonoridades (Em Busca de)", por iniciativa da Associação António Fragoso. Em ambas as cidades, manteve-se o programa e, orgulhosamente, um espectáculo musical de excelência, que ficará na memória de todos quantos assistiram.
TAGV - 30 de Janeiro de 2015
Mais uma vez, uma banda filarmónica acompanhou não só uma pianista, mas também um tenor. Tratou-se de uma nova iniciativa, depois da bem-sucedida experiência, em Outubro, no Carregal do Sal, que contou com a actuação de Margarida Prates, acompanhada pela ‘Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato’.
Desta vez, a Banda de Santana, superiormente dirigida pelo Maestro Francisco Relva Pereira, foi acompanhada pelo tenor figueirense, com grande prestígio sobretudo no estrangeiro, Luís Pinto, bem como pela pianista Margarida Prates, também aluna da Academia Internacional de Piano Aquiles Delle Vigne, que é já uma referência nos panoramas musicais nacional e estrangeiro. Neste espectáculo, Margarida Prates repetiu o “Concerto para Cravo e Piano de Carlos Seixas”, mas concluiu a sua actuação com uma transcrição inédita das "3 MAZURCAS", uma das peças há bem pouco descobertas de António Fragoso, feita especialmente para estes concertos.
 
Entretanto, soaram os primeiros ecos da excelência destes espectáculos. Na edição de 3 de Fevereiro do Diário das Beiras, António Tavares, Vice-Presidente do Município da Figueira da Foz, também com o Pelouro da Cultura, referiu-se a este concerto como sendo «uma agradável surpresa».


«No domínio artístico, a busca da inovação tem que ser uma constante. É da essência da arte espraiar-se numa reinvenção permanente, incutindo criatividade e imaginação. Deixar anquilosar a performance do que se faz é o primeiro patamar para o desincentivo: dos criadores e do público.
Vem esta nota a propósito do concerto Novas Sonoridades protagonizado pela banda de Santana, a pianista Margarida Prates e o tenor Luís Pinto, no CAE, domingo. O concerto, sob alto patrocínio da Associação António Fragoso e abraçado pelo entusiasmo de Eduardo Fragoso, foi uma admirável surpresa.
Uma orquestra carregada de brilho, distinta, a tocar um repertório rico, com uma regência irrepreensível e a promover novas sonoridades. Este concerto podia ser dado em qualquer sala do país, qualquer, orgulhando-nos do seu trabalho. É pena que o público – da música – ainda não tenha percebido o nível das nossas filarmónicas, em particular de algumas delas, e de como são capazes de proporcionarem momentos musicais de excelência
 
 

Outras referências nos meios de comunicação:
A Voz da Figueira
Figueira TV
Gazeta dos Artistas
Jornal aurinegra


 
 
 

sábado, 10 de janeiro de 2015

Manuel Araújo é o representante estrangeiro no Festival de Yokohama, no Japão

Manuel Araújo
Um dos melhores pianistas portugueses da actualidade, Manuel Araújo, foi o premiado do 34th Yokohama International Piano Concert Prize, o que lhe permitirá actuar na Yokohama Minato Mirai Hall, sala muito prestigiada da segunda maior cidade do Japão, na temporada 2015/2016.
Seleccionado num concurso que tem galardoado, nos últimos anos, jovens pianistas também premiados nos maiores concursos internacionais, o pianista – que é também Conselheiro Artístico da Associação António Fragoso (AAF) e subdirector artístico e professor da Academia Internacional de Música “Aquiles Delle Vigne”, em Coimbra – vê esta distinção como algo de «muito significativo» para a sua carreira. «O meu trabalho é credibilizado por um Júri composto por destacadas figuras do meio musical japonês, como a pianista Akiko EbiI, o violoncelista Ryosuke Hori, Takashi Hironaka, Mamiko Suda e Kei Itoh, e falamos de um dos mais exigentes centros de música erudita a nível mundial», nota. «É sempre uma grande responsabilidade actuar em situações de semelhante relevo. É um desafio que encaro com muito entusiasmo, mas também com serenidade, acreditando que com muito trabalho e dedicação colherei bons frutos desta experiência. O reconhecimento do trabalho é naturalmente intrínseco ao prémio», acrescenta o pianista.
Manuel Araújo, nascido em 1983, começou os seus estudos musicais com cinco anos de idade e estreou-se profissionalmente em 2000, após obter por unanimidade o 1°. Prémio Nacional de Jovens Pianistas da Fundação Rotária Portuguesa, dedicado a Helena Sá e Costa. É precisamente esta figura de referência do piano em Portugal que considera Manuel Araújo «dotado de um desenvolvimento enorme, de capacidade pianística, sonoridade e arrebatamento, sensível poesia, virtuosismo, abrange vários géneros e salta à nossa vista o seu conhecimento das obras e a variedade do seu toucher. Com grande força interior, que os anos irão desenvolver. Um pianista brilhante». Manuel Araújo actuou já nos mais diversos palcos nacionais e internacionais, perante públicos exigentes, dos quais colhe as mais positivas críticas, tendo sido, de resto, premiado por diversas vezes. De Manuel Araújo, também Aquiles Delle Vigne dissera tratar-se de «um extraordinário talento». «Quase mágico. Forma uma simbiose com o seu piano e tem muito magnetismo com o público. A sua procura da verdade artística é exemplar. A sua estética está baseada numa grande moral musical. É um talento único», considerara o mestre argentino, que fora, inclusive, um dos professores de Manuel Araújo, na Holanda.


Todos os anos, o Yokohama International Piano Concert Prize selecciona uma jovem promessa estrangeira para incluir na temporada da sala de concertos. Manuel Araújo foi seleccionado, então, como representante estrangeiro no Festival de Yokohama (Japão) – cujo concerto principal será a 7 de novembro –, o que, no entender do presidente da AAF, Eduardo Fragoso, se trata de «um feito artístico e cultural».

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

3.º Ciclo Internacional de Piano "THE FIRE AND THE ROSES"

Decorreu neste fim-de-semana, 13 e 14 de Dezembro, em Coimbra e Lisboa, o  3.º Ciclo Internacional de Piano “THE FIRE AND THE ROSE”,organizado pela Associação António Fragoso e pela sua Academia Internacional de Música de Coimbra “Aquiles Delle Vigne”, em parceria com a Liga dos Combatentes/ Museu do Combatente e com o Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV).
Nesta edição, foram evocados os 100 anos da I Guerra Mundial, pelo que, do programa, constavam apenas obras - de compositores diversos, como António Fragoso ou Debussy, entre outros - feitas durante o período em que decorreu o conflito (1914-1918).

Divulgação:
A Bola
Gazeta dos Artistas
Glosas
Pocariça Online

domingo, 2 de novembro de 2014

Concerto pelo pianista Ruben Micielli


| Teatro Académico Gil Vicente (TAGV – Coimbra) | 4 de Novembro | 21h30

«Ruben Micielli é um talento nato… um talento sem par…». Foi ao ouvir pela primeira vez este jovem pianista siciliano, em Salzburg, que Aquiles Delle Vigne pronunciou estes elogios, mais do que merecidos.
Ruben nasceu em Ragusa, em 1997, e reside em Comiso, na Sicília. Iniciou os seus estudos pianísticos aos cinco anos, sob a direcção de mestre Javorka Misic. Frequenta, desde 2006, o Instituto Musical de Modica, e, em 2008, é com brilhantismo que supera o exame no Instituto Superior de Estudos Musicais “V. Bellini” de Catania e passa a frequentar a classe de Giovanni Cultera.
Aos 13 anos, Ruben Micielli deu o seu primeiro concerto. A partir, daí um intenso estudo foi acompanhado com numerosos concertos, a solo e com orquestra, concorrendo simultaneamente a concursos nacionais e internacionais de piano, onde, regra geral obteve os primeiros lugares. Entre eles, destaca-se o “Prémio Lerna” no IV Concurso Musical ‘Giuseppe Lerna. De referir, ainda, que se apresentou no Teatro Naselli, na cidade de Comiso, com três composições suas, que receberam grandes aplausos e o agrado da crítica.
Em 2010, recebeu o prestigiado Prémio Rotary Catânia e, em Junho de 2011, o Prémio ‘Chopin’ da International Inner Wheel. Em Agosto de 2012, Ruben foi agraciado com o Prémio ‘Eccellenze Musicali Iblee’ e, em Dezembro do mesmo ano, ganhou o 1.º Prémio do Concurso Internacional “G. Campochiaro” como solista de piano e outro 1.º Prémio de Música de Câmara com um duo de piano e clarinete.
Quer em 2013, quer em 2014, foi convidado e recebeu bolsas de estudo para frequentar, em Salzbourg, a Summer Academy da Mozarteum University, para frequentar classes com Mestre Aquiles Delle Vigne.
Na sua vida pianística, Ruben Micielli é um vencedor e um talento reconhecido pelos grandes mestres. Actualmente, frequenta a Academia Internacional de Música de Coimbra ‘Aquiles Delle Vigne’, onde aperfeiçoa o seu já enorme talento.
Na noite de 4 de Novembro, no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, Ruben Micielli apresentar-se-á com um fabuloso programa, num concerto que dificilmente será esquecido.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Orquestra OPUS 21 proporciona «dois enormes concertos»

A Orquestra OPUS 21 apresentou-se, sexta-feira (no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra) e domingo (no Auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz), perante um público (muito, em Coimbra; um pouco menos, na Figueira da Foz) interessado e animado. A formação musical revelou, nestes momentos musicais, uma sonoridade muito cativante e uniforme, provocando crescentes aplausos.

(Foto de José Sobral)

No entender de Eduardo Fragoso, presidente da Associação António Fragoso – em cujo Departamento de Música se integra a Orquestra OPUS 21 – foram «dois enormes concertos, de grande valor artístico, num espectáculo inédito».
Em palco, 22 músicos – professores e alunos da Academia de Música António Fragoso – tocaram, na primeira parte, a música dos anos 20 a 60, alguma dela jazística, outra ligeira, como “You Know I'm no Good”, “Polca da Risota”, “Proudy Mary” ou “Coimbra é uma Lição”. Depois de 45 minutos de alegria, seguiu-se uma esplêndida segunda parte, com a brilhante interpretação da obra-prima de Georges Gershwin, a “Rapsody in Blue”. Nesta obra, os músicos da Orquestra OPUS 21 foram acompanhados pelo virtuoso pianista  espanhol José Maria Duque e todos foram excelentemente dirigidos pelo Maestro Artur Pinho Maria.
«Trata-se de músicos de diferentes graus, uns profissionais, outros não, mas de grande qualidade, que deram um excelente concerto», considera o maestro convidado, Artur Pinho Maria. «Foi, de facto, um grande momento musical e estou certo de que esta Orquestra, que tem muito potencial, tem ainda mais para nos dar, muito porque os músicos tocam com alma», acrescentou o maestro.
De resto, a Associação António Fragoso, garante o seu presidente, «está orgulhosa de contar nas suas hostes com músicos de grande gabarito, que conseguem ultrapassar reptos – à primeira vista inultrapassáveis – e porque pela primeira vez as suas duas Academias deram em conjunto concertos que vieram revolucionar o panorama musical e cultural do País». Isto porque, de facto, conta Eduardo Fragoso, os concertos «constituíram uma boa surpresa ao numeroso público que assistiu». «Tive reações de responsáveis culturais muitíssimo boas e de muita gente anónima que só dizia que nunca tinha assistido a um concerto tão surpreendentemente bom», realça. «Foi, sem dúvida, uma lufada de ar fresco, culturalmente falando», conclui Eduardo Fragoso.


A Orquestra Opus 21 é composta por um leque de 12 a 20 músicos, distribuídos por saxofones, trompetes, trombones, secção rítmica (percussão teclas e cordas), voz e outros que por vezes se associam –, dirigidos musicalmente pelo Maestro Evaristo Neto.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Concerto da Orquestra Opus 21

| TAGV | 24 de outubro | 21h30
| Auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz | 26 de outubro | 16h30

A temporada musical da Associação António Fragoso prossegue nos dias 24 de outubro – no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra – e 26 de outubro – no Auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz – com aquele que acreditamos ser um excelente concerto da Orquestra OPUS 21.
A Orquestra Opus 21 faz parte integrante da Associação António Fragoso, mais especificamente do seu Departamento de Música, cujos agrupamentos musicais se designam todos por ‘OPUS 21’ para homenagear as obras musicais (OPUS) criadas pelo compositor António Fragoso, por alguns considerado o maior compositor português de todos os tempos, e que faleceu com apenas ‘21’ anos.
Esta formação musical – composta por um leque de 12 a 20 músicos, distribuídos por saxofones, trompetes, trombones, secção rítmica (percussão teclas e cordas), voz e outros que por vezes se associam –, sob a direção musical do Maestro Evaristo Neto, interpretará, na primeira parte, obras conhecidas dos anos 20 a 50 do século passado e, na segunda parte, acompanhará o virtuoso pianista espanhol da Academia Internacional de Música de Coimbra, José Maria Duque, na peça 'Rapsody in Blue', de George Gershwin. Nesta peça, a Orquestra será dirigida pelo Maestro Artur Pinho Maria.



Programa


1.ª Parte:
1 - Sambadees Sandwich
2 - You Know I'm no Good
3 -What a Wonderful World*
4 - Minha Música
5 - Porto Covo*
6 - Crazy Little Thing Called Love
7 - Polca da Risota
8 - Sing, Sing, Sing
9 - Olhos Castanhos
10 - You Are the Sunshine of my Life*
11 - Voo do Milhano
12 - You Rase me Up*
13 - Hallelujah
14 - Proudy Mary
15 - Coimbra é uma Lição

2.ª Parte
16 – Rapsody in blue, de Georges Gerswin, para clarinete, piano e Orquestra*

*Artistas convidados: Maestro Artur Pinho Maria
Pianista José Maria Duque
 

Referências na comunicação social:
Jornal aurinegra





 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Margarida Prates defende tese sobre António Fragoso

A aluna da Academia Internacional de Música de Coimbra 'Aquiles Delle Vigne' e mestranda da Universidade de Coimbra, Margarida Prates, defende amanhã a sua tese de mestrado, que é dedicada a António Fragoso, intitulada "O ESPÓLIO DO COMPOSITOR ANTÓNIO FRAGOSO – Análise do Fundo Musical e Transcrição de Sete Manuscritos Inéditos para Piano".
Enquanto concertista, Margarida Prates apresenta-se com regularidade em várias salas de concerto em Portugal e no estrangeiro, a solo, em formações de música de câmara e com orquestra (Orquestra Sinfónica Nacional, Orquestra de Brescia | Itália, Orquestra Sinfónica Juvenil Municipal da Cidade da Guatemala e Orquestra de Sopros “Ensemble Palhetas Duplas”).

Paralelamente à sua actividade como concertista, produziu e realizou programas radiofónicos na RDP | Antena 2 (“Estórias do teclado”, “O Feminismo na Música” e “António Fragoso e os seus contemporâneos”).