domingo, 15 de novembro de 2015

Quarteto ANTÓNIO FRAGOSO deu os seus concertos inaugurais

Na quarta-feira, dia 11 de novembro, no Salão Nobre do Município de Cantanhede, e no dia seguinte, a 12, na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra, o Quarteto ANTÓNIO FRAGOSO deu-se a conhecer a todos quantos assistiram a estes concertos.


Composto pelas violinistas Heloísa Ribeiro e Ana Madalena Ribeiro, o viola Lourenço Macedo Sampaio e o violoncelista Fernando Costa, este novo ensemble musical demonstrou que a coragem de assumir o nome de um dos ‘grandes’ da cultura musical portuguesa não foi um acaso. 
Na realidade, o convite feito pelo Presidente da Associação António Fragoso, Eduardo Fragoso M. Soares, foi completamente interiorizado por estes quatro jovens artistas, que nos deram dois concertos verdadeiramente memoráveis. António Fragoso, Maurice Ravel e Félix Mendelssohn foram magistralmente interpretados.
O muito público que encheu as salas (em Cantanhede, ficaram mesmo ouvintes em pé!) aclamou a magia destes jovens músicos, que honram não só o seu patrono, como passaram a constituir um agrupamento musical a seguir com muita atenção. A sua fantástica técnica é posta ao serviço de uma sensibilidade artística que faz deste Quarteto António Fragoso um novo marco da cultura musical portuguesa.


Os próximos concertos desta digressão inaugural do Quarteto ANTÓNIO FRAGOSO passarão, em Dezembro próximo, por Lisboa, Figueira da Foz e Porto.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

CHARAMELA - novo agrupamento musical da AAF - foi apresentado

Um novo agrupamento musical da Associação António Fragoso foi apresentado a 24 de outubro, na Universidade de Coimbra (UC), a pretexto de um evento comemorativo dos seus 725 Anos – “7 séculos, 7 personalidades, 7 histórias”.

Músicos da CHARAMELA na Biblioteca Joanina
CHARAMELA, eis o nome deste novo agrupamento musical. Um nome que tem séculos de existência  e sempre foi o agrupamento que servia para 'animar' os actos protocolares, como a Abertura Solene do Ano  Lectivo, os doutoramentos honoris causa e as imposições de insígnias (borla e capelo).  
A Associação António Fragoso, com a superior direcção do Maestro e Doutorando Francisco Relva Pereira, "reconstituiu" nos moldes mais antigos a referida CHARAMELA, com a formação inicial: três trompetes, dois trombones, duas trompas, um bombardino e uma tuba.  Os uniformes foram recuperados e as peças musicais foram selecionadas entre as muitas antigas que existem na Biblioteca Geral da UC.
Uma primeira parte foi executada na Sala dos Capelos, onde foram dadas algumas explicações históricas pelo Maestro Relva Pereira, seguindo-se uma atuação na Biblioteca Joanina, acompanhando, nessa altura, André Sardet (a personalidade que neste evento interveio, com o tema “A Universidade e a Música”).

Foi, acreditamos, uma manifestação musical de excelência, até pelos muitos elogios de que a CHARAMELA e André Sardet foram alvo.  

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Concerto de Homenagem a DAVID DE SOUSA e ANTÓNIO FRAGOSO

8 de agosto de 2015 | CAE - Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz | 22h00
Espetáculo para piano e orquestra | Filarmonia das Beiras e Ruben Micieli


A Câmara Municipal da Figueira da Foz e a Associação António Fragoso organizam, em parceria, um concerto em homenagem de David de Sousa e António Fragoso. Músicos da mesma geração, que se admiravam mutuamente – um, maestro figueirense, o outro, pianista e compositor da Pocariça (Cantanhede) –, David Sousa e António Fragoso são, indubitavelmente, duas figuras relevantes da música e da cultura portuguesas.

Este concerto é, pois, uma justa, embora modesta, homenagem a estes dois grandes vultos, cujo percurso se cruzou, de forma curiosa. Ao que se sabe, o último trabalho que Fragoso fez em vida foi a orquestração do seu “Nocturno em Ré bemol Maior”, trabalho feito precisamente a pedido do Maestro David de Sousa, que o pretendia estrear num concerto por si dirigido, em Lisboa. A estreia, marcada para finais de outubro de 1918, contudo, não acontecera. A terrível gripe pneumónica levou ambos, antes dessa data; David morreu a 3 de outubro e António precisamente dez dias depois, a 13 do mesmo mês. A primeira audição pública da obra acabou por ser realizada em Lisboa, pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, poucos dias após da morte de ambos, maestro e compositor.

O simbolismo emotivo deste concerto traduz-se pela execução de duas peças de cada um dos homenageados, interpretadas pela Filarmonia das Beiras dirigida pelo Maestro António Lourenço. Para terminar este concerto, o talentoso e premiadíssimo pianista italiano Ruben Micieli – de 18 anos, a frequentar as classes da Academia Internacional de Música 'Aquiles Delle Vigne', em Coimbra – interpretará o Concerto n.º 1, para piano e orquestra, de Tchaikovsky. 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Associação António Fragoso apresenta coleção ‘Eternal Music’


 
 
Será apresentada na próxima quarta-feira, dia 10 de junho, a coleção de CDs ‘ETERNAL MUSIC’. O presidente da Associação António Fragoso, Eduardo Fragoso, fala de uma coleção «muito especial». A «característica fundamental» destes três discos, considera, reside no facto de cada um deles incluir uma, duas ou mais faixas de composições de António Fragoso, mas não só. Com ele estão Beethoven, Mozart, Ravel, Schubert, Scriabin, Chopin, Liszt, Debussy, Bach, Gershwin, Mahler e tantos outros. «Todos eles são considerados como Imortais, tal a qualidade musical, harmónica e estética de cada uma das peças por si criadas. E, claro, com Fragoso no meio destes enormes músicos, é natural que a comparação entre as diversas composições se faça. António Fragoso não fica a perder, pois na verdade a sua música também é ‘Eterna’», explica Eduardo Fragoso.
 
Os CDs são, por ordem:
PENSÉES EXTATIQUES, por Mestre Aquiles Delle Vigne, um dos mais importantes pedagogos internacionais;
PRELUDES, por Manuel Araújo, um dos melhores pianistas da atualidade, figura de referência do piano em Portugal;
CALEIDOSCOPE, por Ilaria Loateli, uma extraordinária pianista, que frequenta a classe de Mestre Aquiles Delle Vigne, na Academia Internacional de Música de Coimbra.
 
«Só ouvindo estes discos é que se poderá aquilatar da extrema qualidade dos intérpretes, das composições apresentadas e da excelência desta coleção ‘ETERNAL MUSIC’», observa, por fim, o presidente da Associação António Fragoso, que edita esta coleção.
Além a apresentação desta coleção, serão nomeados (com entrega de diploma e troféu) dois novos Sócios Honorários da Associação António Fragoso.
 
Esta sessão realiza-se a 10 de junho, pelas 21h30, no auditório do Biocant Park, em Cantanhede.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Manuel Araújo distinguido com o 1.º Prémio do 89th Concours International Léopold Bellan


O pianista português Manuel Araújo foi distinguido com o Primeiro Prémio do 89th Concours International Léopold Bellan, em Paris, sendo este, sem dúvida, mais um feito enorme de um dos melhores pianistas portugueses da atualidade. Manuel Araújo admite que este é um dos prémios «mais significativos» da sua carreira, até porque se trata de um «concurso histórico que premiou, ao longo de décadas, praticamente todos os artistas de topo de França».
De facto, fundado em 1926 pelo industrial e político francês, o Concours International Léopold Bellan premiou, ao longo das várias décadas da sua existência, nomes da primeira linha do panorama mundial da música erudita. Na extensa lista de premiados de relevo estão incluídos o compositor Olivier Messiaen, as irmãs Labèque, Philippe Entremont, Brigitte Engerer, Augustin Dumay, Patrice Fontanarosa, Anne Queffelec, Pascal Devoyon, Alexandre Tharaud e Cyprien Katsaris, entre outros.
De resto, nota o pianista português, «sendo Paris um dos grandes centros culturais mundiais, com grandes escolas e tradição musical, o nível do concurso é sempre muito alto». A competição é constituída por três provas: uma primeira eliminatória, uma semifinal e a final. Foi assim – três dias, três provas –, interpretando obras de Liszt e Stravinsky, que o nome de Manuel Araújo se consagrou, pelo talento e trabalho, entre os nomes grandes do piano, lugar a que, de resto, pertence por excelência.
Recorde-se que, no princípio deste ano corrente, Manuel Araújo foi um dos selecionados do 34th Yokohama International Piano Concert Prize, o que vai permitir-lhe uma digressão pelo Japão, em 2015.
 
Manuel Araújo, nascido em 1983, atuou já nos mais diversos palcos nacionais e internacionais, perante públicos exigentes, dos quais colhe as mais positivas críticas, tendo sido, de resto, premiado por diversas vezes. Figura de referência do piano em Portugal, Manuel Araújo é atualmente subdiretor artístico e professor da Academia Internacional de Música “Aquiles Delle Vigne”, em Coimbra.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

CONCERTO INÉDITO JUNTOU BANDA DE SANTANA, LUÍS PINTO E MARGARIDA PRATES

Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) | 30 de Janeiro | 21h30
Centro de Artes e Espectáculos (CAE) da Figueira da Foz | 1 de Fevereiro | 16h00


Coimbra e Figueira da Foz foram palco de mais um concerto inédito "Novas Sonoridades (Em Busca de)", por iniciativa da Associação António Fragoso. Em ambas as cidades, manteve-se o programa e, orgulhosamente, um espectáculo musical de excelência, que ficará na memória de todos quantos assistiram.
TAGV - 30 de Janeiro de 2015
Mais uma vez, uma banda filarmónica acompanhou não só uma pianista, mas também um tenor. Tratou-se de uma nova iniciativa, depois da bem-sucedida experiência, em Outubro, no Carregal do Sal, que contou com a actuação de Margarida Prates, acompanhada pela ‘Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato’.
Desta vez, a Banda de Santana, superiormente dirigida pelo Maestro Francisco Relva Pereira, foi acompanhada pelo tenor figueirense, com grande prestígio sobretudo no estrangeiro, Luís Pinto, bem como pela pianista Margarida Prates, também aluna da Academia Internacional de Piano Aquiles Delle Vigne, que é já uma referência nos panoramas musicais nacional e estrangeiro. Neste espectáculo, Margarida Prates repetiu o “Concerto para Cravo e Piano de Carlos Seixas”, mas concluiu a sua actuação com uma transcrição inédita das "3 MAZURCAS", uma das peças há bem pouco descobertas de António Fragoso, feita especialmente para estes concertos.
 
Entretanto, soaram os primeiros ecos da excelência destes espectáculos. Na edição de 3 de Fevereiro do Diário das Beiras, António Tavares, Vice-Presidente do Município da Figueira da Foz, também com o Pelouro da Cultura, referiu-se a este concerto como sendo «uma agradável surpresa».


«No domínio artístico, a busca da inovação tem que ser uma constante. É da essência da arte espraiar-se numa reinvenção permanente, incutindo criatividade e imaginação. Deixar anquilosar a performance do que se faz é o primeiro patamar para o desincentivo: dos criadores e do público.
Vem esta nota a propósito do concerto Novas Sonoridades protagonizado pela banda de Santana, a pianista Margarida Prates e o tenor Luís Pinto, no CAE, domingo. O concerto, sob alto patrocínio da Associação António Fragoso e abraçado pelo entusiasmo de Eduardo Fragoso, foi uma admirável surpresa.
Uma orquestra carregada de brilho, distinta, a tocar um repertório rico, com uma regência irrepreensível e a promover novas sonoridades. Este concerto podia ser dado em qualquer sala do país, qualquer, orgulhando-nos do seu trabalho. É pena que o público – da música – ainda não tenha percebido o nível das nossas filarmónicas, em particular de algumas delas, e de como são capazes de proporcionarem momentos musicais de excelência
 
 

Outras referências nos meios de comunicação:
A Voz da Figueira
Figueira TV
Gazeta dos Artistas
Jornal aurinegra


 
 
 

sábado, 10 de janeiro de 2015

Manuel Araújo é o representante estrangeiro no Festival de Yokohama, no Japão

Manuel Araújo
Um dos melhores pianistas portugueses da actualidade, Manuel Araújo, foi o premiado do 34th Yokohama International Piano Concert Prize, o que lhe permitirá actuar na Yokohama Minato Mirai Hall, sala muito prestigiada da segunda maior cidade do Japão, na temporada 2015/2016.
Seleccionado num concurso que tem galardoado, nos últimos anos, jovens pianistas também premiados nos maiores concursos internacionais, o pianista – que é também Conselheiro Artístico da Associação António Fragoso (AAF) e subdirector artístico e professor da Academia Internacional de Música “Aquiles Delle Vigne”, em Coimbra – vê esta distinção como algo de «muito significativo» para a sua carreira. «O meu trabalho é credibilizado por um Júri composto por destacadas figuras do meio musical japonês, como a pianista Akiko EbiI, o violoncelista Ryosuke Hori, Takashi Hironaka, Mamiko Suda e Kei Itoh, e falamos de um dos mais exigentes centros de música erudita a nível mundial», nota. «É sempre uma grande responsabilidade actuar em situações de semelhante relevo. É um desafio que encaro com muito entusiasmo, mas também com serenidade, acreditando que com muito trabalho e dedicação colherei bons frutos desta experiência. O reconhecimento do trabalho é naturalmente intrínseco ao prémio», acrescenta o pianista.
Manuel Araújo, nascido em 1983, começou os seus estudos musicais com cinco anos de idade e estreou-se profissionalmente em 2000, após obter por unanimidade o 1°. Prémio Nacional de Jovens Pianistas da Fundação Rotária Portuguesa, dedicado a Helena Sá e Costa. É precisamente esta figura de referência do piano em Portugal que considera Manuel Araújo «dotado de um desenvolvimento enorme, de capacidade pianística, sonoridade e arrebatamento, sensível poesia, virtuosismo, abrange vários géneros e salta à nossa vista o seu conhecimento das obras e a variedade do seu toucher. Com grande força interior, que os anos irão desenvolver. Um pianista brilhante». Manuel Araújo actuou já nos mais diversos palcos nacionais e internacionais, perante públicos exigentes, dos quais colhe as mais positivas críticas, tendo sido, de resto, premiado por diversas vezes. De Manuel Araújo, também Aquiles Delle Vigne dissera tratar-se de «um extraordinário talento». «Quase mágico. Forma uma simbiose com o seu piano e tem muito magnetismo com o público. A sua procura da verdade artística é exemplar. A sua estética está baseada numa grande moral musical. É um talento único», considerara o mestre argentino, que fora, inclusive, um dos professores de Manuel Araújo, na Holanda.


Todos os anos, o Yokohama International Piano Concert Prize selecciona uma jovem promessa estrangeira para incluir na temporada da sala de concertos. Manuel Araújo foi seleccionado, então, como representante estrangeiro no Festival de Yokohama (Japão) – cujo concerto principal será a 7 de novembro –, o que, no entender do presidente da AAF, Eduardo Fragoso, se trata de «um feito artístico e cultural».

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

3.º Ciclo Internacional de Piano "THE FIRE AND THE ROSES"

Decorreu neste fim-de-semana, 13 e 14 de Dezembro, em Coimbra e Lisboa, o  3.º Ciclo Internacional de Piano “THE FIRE AND THE ROSE”,organizado pela Associação António Fragoso e pela sua Academia Internacional de Música de Coimbra “Aquiles Delle Vigne”, em parceria com a Liga dos Combatentes/ Museu do Combatente e com o Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV).
Nesta edição, foram evocados os 100 anos da I Guerra Mundial, pelo que, do programa, constavam apenas obras - de compositores diversos, como António Fragoso ou Debussy, entre outros - feitas durante o período em que decorreu o conflito (1914-1918).

Divulgação:
A Bola
Gazeta dos Artistas
Glosas
Pocariça Online

domingo, 2 de novembro de 2014

Concerto pelo pianista Ruben Micielli


| Teatro Académico Gil Vicente (TAGV – Coimbra) | 4 de Novembro | 21h30

«Ruben Micielli é um talento nato… um talento sem par…». Foi ao ouvir pela primeira vez este jovem pianista siciliano, em Salzburg, que Aquiles Delle Vigne pronunciou estes elogios, mais do que merecidos.
Ruben nasceu em Ragusa, em 1997, e reside em Comiso, na Sicília. Iniciou os seus estudos pianísticos aos cinco anos, sob a direcção de mestre Javorka Misic. Frequenta, desde 2006, o Instituto Musical de Modica, e, em 2008, é com brilhantismo que supera o exame no Instituto Superior de Estudos Musicais “V. Bellini” de Catania e passa a frequentar a classe de Giovanni Cultera.
Aos 13 anos, Ruben Micielli deu o seu primeiro concerto. A partir, daí um intenso estudo foi acompanhado com numerosos concertos, a solo e com orquestra, concorrendo simultaneamente a concursos nacionais e internacionais de piano, onde, regra geral obteve os primeiros lugares. Entre eles, destaca-se o “Prémio Lerna” no IV Concurso Musical ‘Giuseppe Lerna. De referir, ainda, que se apresentou no Teatro Naselli, na cidade de Comiso, com três composições suas, que receberam grandes aplausos e o agrado da crítica.
Em 2010, recebeu o prestigiado Prémio Rotary Catânia e, em Junho de 2011, o Prémio ‘Chopin’ da International Inner Wheel. Em Agosto de 2012, Ruben foi agraciado com o Prémio ‘Eccellenze Musicali Iblee’ e, em Dezembro do mesmo ano, ganhou o 1.º Prémio do Concurso Internacional “G. Campochiaro” como solista de piano e outro 1.º Prémio de Música de Câmara com um duo de piano e clarinete.
Quer em 2013, quer em 2014, foi convidado e recebeu bolsas de estudo para frequentar, em Salzbourg, a Summer Academy da Mozarteum University, para frequentar classes com Mestre Aquiles Delle Vigne.
Na sua vida pianística, Ruben Micielli é um vencedor e um talento reconhecido pelos grandes mestres. Actualmente, frequenta a Academia Internacional de Música de Coimbra ‘Aquiles Delle Vigne’, onde aperfeiçoa o seu já enorme talento.
Na noite de 4 de Novembro, no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, Ruben Micielli apresentar-se-á com um fabuloso programa, num concerto que dificilmente será esquecido.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Orquestra OPUS 21 proporciona «dois enormes concertos»

A Orquestra OPUS 21 apresentou-se, sexta-feira (no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra) e domingo (no Auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz), perante um público (muito, em Coimbra; um pouco menos, na Figueira da Foz) interessado e animado. A formação musical revelou, nestes momentos musicais, uma sonoridade muito cativante e uniforme, provocando crescentes aplausos.

(Foto de José Sobral)

No entender de Eduardo Fragoso, presidente da Associação António Fragoso – em cujo Departamento de Música se integra a Orquestra OPUS 21 – foram «dois enormes concertos, de grande valor artístico, num espectáculo inédito».
Em palco, 22 músicos – professores e alunos da Academia de Música António Fragoso – tocaram, na primeira parte, a música dos anos 20 a 60, alguma dela jazística, outra ligeira, como “You Know I'm no Good”, “Polca da Risota”, “Proudy Mary” ou “Coimbra é uma Lição”. Depois de 45 minutos de alegria, seguiu-se uma esplêndida segunda parte, com a brilhante interpretação da obra-prima de Georges Gershwin, a “Rapsody in Blue”. Nesta obra, os músicos da Orquestra OPUS 21 foram acompanhados pelo virtuoso pianista  espanhol José Maria Duque e todos foram excelentemente dirigidos pelo Maestro Artur Pinho Maria.
«Trata-se de músicos de diferentes graus, uns profissionais, outros não, mas de grande qualidade, que deram um excelente concerto», considera o maestro convidado, Artur Pinho Maria. «Foi, de facto, um grande momento musical e estou certo de que esta Orquestra, que tem muito potencial, tem ainda mais para nos dar, muito porque os músicos tocam com alma», acrescentou o maestro.
De resto, a Associação António Fragoso, garante o seu presidente, «está orgulhosa de contar nas suas hostes com músicos de grande gabarito, que conseguem ultrapassar reptos – à primeira vista inultrapassáveis – e porque pela primeira vez as suas duas Academias deram em conjunto concertos que vieram revolucionar o panorama musical e cultural do País». Isto porque, de facto, conta Eduardo Fragoso, os concertos «constituíram uma boa surpresa ao numeroso público que assistiu». «Tive reações de responsáveis culturais muitíssimo boas e de muita gente anónima que só dizia que nunca tinha assistido a um concerto tão surpreendentemente bom», realça. «Foi, sem dúvida, uma lufada de ar fresco, culturalmente falando», conclui Eduardo Fragoso.


A Orquestra Opus 21 é composta por um leque de 12 a 20 músicos, distribuídos por saxofones, trompetes, trombones, secção rítmica (percussão teclas e cordas), voz e outros que por vezes se associam –, dirigidos musicalmente pelo Maestro Evaristo Neto.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Concerto da Orquestra Opus 21

| TAGV | 24 de outubro | 21h30
| Auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz | 26 de outubro | 16h30

A temporada musical da Associação António Fragoso prossegue nos dias 24 de outubro – no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra – e 26 de outubro – no Auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz – com aquele que acreditamos ser um excelente concerto da Orquestra OPUS 21.
A Orquestra Opus 21 faz parte integrante da Associação António Fragoso, mais especificamente do seu Departamento de Música, cujos agrupamentos musicais se designam todos por ‘OPUS 21’ para homenagear as obras musicais (OPUS) criadas pelo compositor António Fragoso, por alguns considerado o maior compositor português de todos os tempos, e que faleceu com apenas ‘21’ anos.
Esta formação musical – composta por um leque de 12 a 20 músicos, distribuídos por saxofones, trompetes, trombones, secção rítmica (percussão teclas e cordas), voz e outros que por vezes se associam –, sob a direção musical do Maestro Evaristo Neto, interpretará, na primeira parte, obras conhecidas dos anos 20 a 50 do século passado e, na segunda parte, acompanhará o virtuoso pianista espanhol da Academia Internacional de Música de Coimbra, José Maria Duque, na peça 'Rapsody in Blue', de George Gershwin. Nesta peça, a Orquestra será dirigida pelo Maestro Artur Pinho Maria.



Programa


1.ª Parte:
1 - Sambadees Sandwich
2 - You Know I'm no Good
3 -What a Wonderful World*
4 - Minha Música
5 - Porto Covo*
6 - Crazy Little Thing Called Love
7 - Polca da Risota
8 - Sing, Sing, Sing
9 - Olhos Castanhos
10 - You Are the Sunshine of my Life*
11 - Voo do Milhano
12 - You Rase me Up*
13 - Hallelujah
14 - Proudy Mary
15 - Coimbra é uma Lição

2.ª Parte
16 – Rapsody in blue, de Georges Gerswin, para clarinete, piano e Orquestra*

*Artistas convidados: Maestro Artur Pinho Maria
Pianista José Maria Duque
 

Referências na comunicação social:
Jornal aurinegra





 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Margarida Prates defende tese sobre António Fragoso

A aluna da Academia Internacional de Música de Coimbra 'Aquiles Delle Vigne' e mestranda da Universidade de Coimbra, Margarida Prates, defende amanhã a sua tese de mestrado, que é dedicada a António Fragoso, intitulada "O ESPÓLIO DO COMPOSITOR ANTÓNIO FRAGOSO – Análise do Fundo Musical e Transcrição de Sete Manuscritos Inéditos para Piano".
Enquanto concertista, Margarida Prates apresenta-se com regularidade em várias salas de concerto em Portugal e no estrangeiro, a solo, em formações de música de câmara e com orquestra (Orquestra Sinfónica Nacional, Orquestra de Brescia | Itália, Orquestra Sinfónica Juvenil Municipal da Cidade da Guatemala e Orquestra de Sopros “Ensemble Palhetas Duplas”).

Paralelamente à sua actividade como concertista, produziu e realizou programas radiofónicos na RDP | Antena 2 (“Estórias do teclado”, “O Feminismo na Música” e “António Fragoso e os seus contemporâneos”).

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Concerto pela pianista MARGARIDA PRATES

Margarida Prates acompanhada pela ‘Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato’
Auditório Municipal de Carregal do Sal | 11 de Outubro | 21h30

A temporada de eventos musicais da Associação António Fragoso  na qual prometemos momentos musicais de excelência  inicia-se já no próximo sábado, dia 11 e pelas 21h30, no Auditório Municipal de Carregal do Sal, com atuação da pianista Margarida Prates, acompanhada pela 'Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato'. 
Aluna da Academia Internacional de Piano Aquiles Delle Vigne e mestranda em Estudos Artísticos, na Universidade de Coimbra, Margarida Prates é – mais do que uma promessa – uma referência nos panoramas musicais nacional e estrangeiro.
Neste concerto, a pianista, acompanhada pela ‘Sociedade Filarmónica de Cabanas de Viriato’, interpretará obras de António Fragoso, Carlos Seixas e Saint-Saens.
Tratar-se-á de uma apresentação inédita: além do concerto para piano, com obras de António Fragoso, haverá, então, numa segunda parte, a interpretação de um concerto de Carlos Seixas para piano e "banda filarmónica" e outro de Saint-Säenz também com piano e "banda filarmónica". Procura-se, assim, aliar o gosto pelas 'bandas', característica nossa, à aprendizagem e interesse pela música erudita para piano.


Programa

Parte I.
António Fragoso: Três Prelúdios Românticos
António Fragoso: Canção e Dança portuguesas
António Fragoso: Três Mazurkas, op.2
António Fragoso: Prelúdio

Parte II.
Carlos Seixas: Concerto para piano e orquestra

Saint-Saens: "Wedding-Cake", Caprice Valse op.76, para piano e orquestra

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Temporada da Associação António Fragoso


A Associação António Fragoso inicia mais uma temporada de eventos de excelência e qualidade musicais.
Apresentamos, pois, os variados eventos musicais previstos, de Outubro até ao final deste ano.
 
Calendarização dos eventos musicais
 
Outubro:
11 – Concerto, no Auditório Municipal de Carregal do Sal, com a pianista Margarida Prates, acompanhada pela Banda Filarmónica de Cabanas de Viriato. Interpretarão obras de António Fragoso, Carlos Seixas e Saint-Säinz.
24 – Concerto no TAGV com a Orquestra Ligeira - OPUS 21, que interpretará, na primeira parte, obras conhecidas dos anos 20 a 50 do século passado e, na segunda parte, acompanhará o virtuoso pianista espanhol da Academia Internacional de Música de Coimbra, José Maria Duque, na peça 'Rapsody in Blue', de George Gershwin. Nesta peça, a Orquestra será dirigida pelo Maestro Artur Pinho Maria.
26 – Repetição do concerto do dia 24, desta feita, no Auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz.
 
Novembro:
04 – Concerto, no TAGV, pelo talentoso pianista italiano de 17 anos de idade, também ele aluno virtuoso da Academia Internacional de Música de Coimbra, Ruben Micielli, que interpretará, Chopin, Liszt, Fragoso e Ravel. Será um concerto a ver e ouvir.
 
Dezembro:
13 e 14 – 3.º CICLO INTERNACIONAL DE PIANO, a ter lugar em Coimbra (no TAGV) e em Lisboa (no Museu do Combatente, em Belém). Trata-se de um mini-festival intitulado "THE FIRE AND THE ROSE - Evocação dos cem anos da I Guerra Mundial". Será interpretado pelos dez a 12 melhores pianistas da Academia Internacional de Música de Coimbra, que se dividirão e actuarão em equipas, alternadamente em Lisboa e em Coimbra. Tocarão apenas peças compostas nos anos 1914 a 1918.
 
 
Atempadamente, daremos mais informações sobre cada um dos eventos.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

trio pessoa | TAGV

trio pessoa
8 de Julho | 21h30 | Sala Principal do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV)


Constituída por três jovens intérpretes – João Crisóstomo, Otto Pereira e Raquel Reis –, esta formação musical, composta em 2010, pretende divulgar a música escrita por compositores portugueses para trio com piano, bem como abrir novos horizontes para a criação de novas obras para esta formação.
Com o objectivo de alargar o repertório desta formação e divulgar a música portuguesa escrita na actualidade, o trio pessoa propõe-se, no presente ano, gravar o seu primeiro CD, que será pretexto, de resto, de uma reflexão sobre as potencialidades desta formação tão datada, que poderá talvez ultrapassar as fronteiras da música clássica, proporcionando novas abordagens e novas linguagens.
No TAGV, o trio pessoa foi do romantismo de António Fragoso (compositor do início do século XX), à modernidade de Vasco Mendonça (compositor da actualidade), apresentando ainda uma obra de Mário Laginha (pianista e compositor), escrita para o grupo, bem como arranjos de Música Popular Portuguesa.

Este concerto foi uma cooprodução da Associação António Fragoso e do TAGV.